Extra Digital

No Galeão, abuso que se repete

▶ No Aeroporto Internacional Tom Jobim, também na quinta-feira, um taxista cobrou R$ 150 por uma corrida até Ipanema, mas acabou diminuindo o preço para R$ 130. Mesmo assim, a viagem, pela tabela da prefeitura, sairia a R$ 95.

Em uma nota, a concessionária RIOgaleão informou que conta com seis cooperativas de táxi conveniadas no terminal, sendo duas de veículos comuns e quatro de executivos. Além disso, a empresa argumentou que a cobrança de corridas com preço fechado é legal, desde que siga a tabela de valores estipulada pela prefeitura.

De acordo com o aeroporto, há campanhas em suas dependências sobre o uso e a identificação de transportes regulares. Por sua vez, a prefeitura afirma manter “uma presença constante e rotineira de equipes de fiscalização, garantindo que os padrões de serviço sejam rigorosamente seguidos”.

SINDICATO FAZ CRÍTICA

O presidente do Sindicato dos Taxistas Autônomos do Município do Rio, Antônio Olivieiro, alega que o problema de cobranças abusivas se deve a motoristas piratas e a “maus profissionais”. Para ele, a população tem dificuldade para identificar um selo falsificado num veículo caracterizado como táxi:

— O sindicato não compactua com “corrida no tiro”; protegemos o passageiro usando o aplicativo Táxi Rio. Acredito que temos muitos taxistas piratas. É difícil para o passageiro verificar isso porque o selo consegue ser quase perfeito.

POLÍCIA

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2023-11-19T08:00:00.0000000Z

2023-11-19T08:00:00.0000000Z

https://extra-globo.pressreader.com/article/281736979188629

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